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sábado, 11 de dezembro de 2010

Lembrança

Eu deveria saber quem eu sou agora; e na verdade eu sei. Por certo que sei.
Eu ando..., e as memórias se mantêm de alguma maneira pensando no inverno!
Teu nome é uma farpa dentro de mim.
Enquanto eu espero... espero que haja um novo começo, com coisas todas novas.

E eu me lembro do som do centro em novembro, tanto barulho, e eu desejava apenas o silêncio.
E eu me lembro da verdade: um dezembro quente contigo!
Mas eu não tenho de cometer este erro outra vez, não, não tenho mesmo.
E eu nao tenho de estar dessa maneira, sentindo o novembro, na lembrança.
Se eu só despertasse do sono, eu veria: já é dezembro.
O caminho ficou claro agora. Tua voz é tudo que escuto de alguma forma;
Gritando pro inverno, é no inverno que a gente se aquecia.
Tua voz é uma farpa dentro de mim gritando por meu nome.
Enquanto eu espero... espero, mas acho que até de meu nome eu me esqueci.

Eu poderia me perder, mas quero me encontrar... em qualquer lugar...
Na dura chuva azul dos teus olhos porque eu ainda sinto tua falta, é eu sinto!

E eu me lembro do som do centro em novembro.
E eu me lembro da verdade é eu me lembro.
De um dezembro quente contigo... é eu me lembro,
Mas quero esquecer...
Porque eu não tenho de cometer esse mesmo erro outra vez.
Arthur Alter

sábado, 16 de outubro de 2010

Ver a vida de frente!

Post dedicado ao meu retorno após ter lido a história de vida de um blogueiro que admiro pela coragem e determinação. (o garoto cientista)

Conversando um dia desses com um dos meus amigos, veio à conversa o assunto: desafio/obstáculos que a vida nos coloca; pensei sobre o assunto e percebi que a vida por si só é um desafio, veja:
nascemos indefesos, pequenos e totalmente dependentes de nossos pais, aos poucos vamos crescendo, aprendendo e evoluindo; de certa forma nos tornando independentes, formamos nossas próprias opniões, conceitos e as nossas regras e começamos a enfrentar a vida de frente. As vezes com medo, medo de nós mesmos. Medo de nos auto-aceitar e mais medo ainda dos outros nos aceitarem. Certo, uma conclusão válida para um mundo louco como o nosso, mas afinal o que é enfrentar a vida de frente? É se vestir de guerreiro pegar uma espada e batalhar com o mundo, ou é batalhar contra você mesmo? Enfrentamos por vezes nos mesmos, nos contradizemos, queremos, não queremos, nos subestimamos e as vezes acreditamos que não somos capazes, e estas são as maiores pedras que podem existir em nosso caminho. Não pelo fato de serem as que mais se destacam, mas justamente por serem aquelas que mais negamos e não percebemos seja por medo ou falta de coragem e por não acreditarmos no que somos capazes, não corremos atrás do que queremos, simplesmente procuramos o caminho mais ''viável''. Mais leve e confortável, as vezes nos esconcendo de nós mesmos. Então pra que nascemos afinal ? Para sermos levados pela história ou para criarmos a nossa própria trama? Pensem nisso!
Estou de volta!
Bju a todos que me seguem.
Arthur Alter

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Sobre mim...

Se há uma coisa difícil é falar da gente mesmo. Eu sempre penso que é. Na verdade eu preferiria escrever um conto falando de minhas aventuras. No conto eu poderia tanto criar uma estória como poderia falar de mim. Mas como me foi pedido pra que falasse de mim, Vou tentar escrever um pouco sobre o que andei fazendo, o que tenho feito e meus planos pra curto prazo.O que andei fazendo nesses 5 meses? Logo que cheguei aqui em SC, tudo o que eu queria era me dedicar aos estudos do meu mestrado e me concentrar nas aulas de inglês e espanhol que eu daria no centro de línguas da faculdade. E na verdade tudo tem sido assim. Ao chegar aqui estranhei muito, o clima, as pessoas o lugar. Embora eu já estivesse acostumado com mudanças, confesso que essa eu senti muito.

Talvez por eu ter estado morando por 6 anos num mesmo lugar – Uberlandia MG – Mas enfim bem aos poucos eu fui me acostumando. No início o mineirinho tímido, ficou quieto em seu cantinho. E por mais incrível que isso possa parecer a minha timidez e meu jeitinho mineiro de ser começou a despertar curiosidades. Mas eu não quis me envolver nem mesmo como amizade, procurei manter uma distância razoável e segura. Nesse período recém chegado a companhia virtual do amigo Caio foi fundamental e era sempre com Ele que eu dividia meu tempo. Somos bons amigos – atualmente meus afazeres e os dele também nos tem mantido mais distantes -, mas existe uma vibração e uma amizade super positiva entre nós e isso me deixa sempre feliz. Outro amigo que embora eu nunca tenha falado com ele nem mesmo virtualmente, mas que sempre me deixa comentários super positivos é o Gilson. De uma forma ou de outra tudo isso me anima, me deixava feliz.
Um mês e meio depois que estava aqui fui a BH visitar meus pais e foi super bom, tão bom que eu nem queria voltar, mas era preciso e voltei com lágrimas nos olhos, como se eu fosse uma criancinha. Daí a saudade ficou me machucando o peito. O sorriso e a alegria pareciam distantes de mim. Passado menos de um mês, estava eu voltando a Minas. Nessas indas e vindas eu conheci o Guilherme, na verdade a gente se encontrou num restaurante e foi uma química intensa, nossos olhares não se deviavam. Consegui o telefone dele nos falamos durante os poucos dias que fiquei em BH e ele marcou de vir visitar-me, o que de fato ele fez. Nessa visita tudo foi muito bom e divertido, menos seu retorno a BH e o pior é que depois de haver retornado, ele então ficou confuso com a ideia de um relacionamento mais sério. Engraçado que era tudo o que eu não queria. Mas enfim, a gente não manda nos sentimentos. Passei por um terrível momento de paixão, daquelas sem cura e que deixa o mais racional dos mortais completamente débil. Acredito que só quem já amou de verdade saberia do que estou falando. Mas essa paixão passou e tem dado lugar a um sentimento bom e bem mais racional. O sentimentalismo, a paixão desvairada faz mal e nos faz sofrer. Agora vejo nosso relacionamento amadurecendo normalmente. Já não me dói no peito não falar com ele todos os dias...e isso é tão bom que se por um motivoou por outro o relacionamento não fluir, a dor da perda, que é inevitável não machucará tanto.
Em meio a tudo isso sigo estudando e trabalhando, como também mais acostumando com essa terra que chove demais (que isso!!!) é chuva.... é frio... meu Deus!
Outra coisa que também fiz foi pedir transferência de faculdade, quero voltar pra Minas, lá sim que é meu lugar... estou aguardando o deferimento de meu pedido. Então a curto prazo – fim de ano – quero voltar pra BH, de preferência ou mesmo pra Uberlandia.
Bom amigos acho que por enquanto vai ficar nisso. Prometo escrever um conto, relatando as aventuras de Arthur e Guilherme, aguardem!
Bju a todos e excelente fim de semana. Obrigado a todos pelo carinho e presença aqui no blog, estarei sempre passando nos blogs de todos devolvendo suas visitas.

Arthur Alter.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Pra Você

Não me venha com essa de que não pode.
Não pode é deixar a vida passar.
Não me venha com essa de que não é interessante.
Não é interessante você e eu não satisfazer nossas vontades.
Quer saber de uma coisa? Posso te falar até duas.
Vem cá! Senta aqui:
Me olha bem nos olhos e diga o que você vê.
Deixa eu olhar bem dentro de você.
Então, se você vê distância, eu vejo proximidade.
Se você vê diferença, eu vejo diversidade.
Se você vê incompatibilidade, eu vejo possibilidade.
Se você vê o impossível, eu vejo apenas o possível.
Se você tem medo, eu tenho coragem.
Se você se vê inseguro, eu te dou segurança.
Meus olhos são espelhos,
Minhas mãos são suaves,
Meus braços são fortes,
Meu coração é guerreiro, não desiste nunca.
Eu, eu posso te encantar com uma palavra apenas.
Quer saber qual?
Eu te falo, vem cá, chega mais perto, chega mais perto, mais, mais ...
Guarda como segredo!

Enquanto isso, saiba que meus lábios tem sabor de mel puro, que adocica até a alma.
Meu corpo é suave veneno, droga que não mata, entorpece, vicia, enlouquece.
Experimenta!
Olha pra mim. Só pra mim!
Não precisa ter medo, nem precisa mudar o rumo.
Me diga apenas vou tentar! Me basta.
Me diga o que queres, eu te trago.
Me diga que posso esperar. Eu espero.
Não corro, nem fujo.
Não vou gritar seu nome, nem exigir um declaração de amor num outdoor.
Basta você declarar em meu coração.
Se vier um sonoro NÃO, não choro, nem me desmancho...
Se for um suave SIM, ótimo. Sim não quer dizer nada. Todo sim tem um não dentro.
SIM quer dizer apenas to aqui! Mesmo que na realidade você esteja longe.
Mas de uma coisa eu tenho certeza. E dessa você não pode escapar. Você já esta preso. Bem preso dentro de meu coração. Mas eu sou bom, bem bonzinho. Te deixo livre.
Você vai ter coragem de fugir?

Arthur Alter Lima