domingo, 24 de fevereiro de 2013

Sou pássaro...

É não tenho morada, sou nômade, forasteiro cansado.

Eu preciso de um porto seguro, preciso me prender em  mim mesmo. E foi pensando assim que resolvi traçar metas para  esse 2013. Nesse ano vou ficar quieto e aguentar o que vier. Entre tantas mudanças na minha vida a última foi significativa talvez um pouco  conturbada, mas tudo está se ajeitando bem e por hora tudo que eu tenho que fazer é apenas manter-me firme na direção certa.
O que vai acontecer  ao longo desse ano ano eu tenho certeza que serão coisas boas e eu farei essas coisas acontecerem. Faz tempo que estou longe do blog, abri mão de tantos amigos - mesmo que virtuais - maravilhosos, um  pouco em nome de uma certa desilusão e preguiça... Mas pretendo retormar minhas escritas  aos poucos esse ano.
Estou repaginando meu blog. Acho que vou manter o mesmo layout, tenho preguiça de ficar horas tentando mudar... mas vou mudar talvez a forma de escrever. Aventuras amorosas já nem tenho mais pra escrever, já escrevi todas... tenho estado sozinho, mas quero dizer sozinho por opção e feliz por escolha própria.
Vem comigo...?

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Entre tantas mil

Palavras que insistem em permear minha mente: medo, incerteza, insegurança.
Palavras que insistem em adormecer meu coração: sonho.
Palavras que insistem em abrir minha alma: você
Palavras que insistem em mostrar uma nova história: amor.
Palavras que insistem em fazer-me sonhar: felicidade.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Pensando em você

Hoje eu pensei em encontrar alguém, por um minuto, por um minuto apenas eu pensei que valeria a pena dar atenção aos desejos de meu coração. O coração é sempre ou quase sempre traiçoeiro, nos engana.

Foi assim, desejando encontrar não a outra metade de mim mesmo, e porque não sou completo arrisquei..., mas não é você que vai completar-me. Não, acho que não mesmo. Mas acabei me aventurando. Em pouco tempo, em bem pouco tempo, você quis conversar comigo, se não me engano, deixei algum tempo passar, pensei, hesitei.
Depois resolvi corresponder. Ao certo só poderia acontecer uma coisa entre as distâncias reais que nos separam. Encantamento! Contentamento.
É, eu queria acreditar que você encheria meu coração. E na verdade sim, você enche meu coração. Você aos poucos vai descobrir como você enche meu coração, você é inteligente.

Eu quero pouco, quero quase  nada. Olhar nos seus olhos, sorrir com você. Sentir você bem ali.
Eu quero tudo, muito mesmo. Ser amigo, do meu jeito, no meu canto, do meu modo. Não me estranhe, meu "estranho natural". É, eu sou assim, não vou ceder fácil, não vou entregar-me. Não quero desencantar, não quero me machucar. Pois quem irá me cuidar?

Então a vida não é assim? Ela dá e toma, entrega e pede de volta? Se eu pudesse eu faria as regras mudar, só pra poder te agradar, mas depois de contentar-me eu sei que não iria aguentar a dor de ver tudo mudar, não porque queremos mudar, mas porque é a sina da vida tudo mudar. Então nem tente entender o que não se pode explicar. Eu tenho a cabeça muito dura e um coração muito mole, ainda bem que não deixo ele me levar.
Fiquei tanto tempo fora, tanto tempo longe de mim mesmo. Esqueci como é amar, só você mesmo pra despertar tão sublime encantamento em mim... e tão logo cuidou também de  sufocar
O mais estranho, não pode mesmo ser natural se fosse, você seria capaz, capaz de encher meu coração. E o pior é que eu não duvido de que você seja capaz, tanto que tenho medo de arriscar. Eu sei parar e pensar
Pensando em você, foi assim que resolvi começar a deixar mais espaço em meu coração livre. Livre pra sentir outra vez. Sentir que estou vivo, que tenho sentimentos. É, eu também sei amar.
Mas agora é muito cedo, muito cedo pra arriscar. Eu ainda quero ficar...
Quero ficar no meu canto, no meu lugar, no meu quarto. 
Eu só quero sonhar até a hora chegar e então eu quero levantar e olhar bem à frente pra saber que rumo tomar. Vou escutar o som do meu próprio coração tocando as notas que o enchem. Quiçá é você. Eu vou escutar outras vezes pensando em você. You fill my heart. Yes, you do.


terça-feira, 18 de outubro de 2011

O Casamento

Desde o início de ano um grande amigo meu havia convidado-me para seu casamento. E claro que não se diz a um amigo que não vamos ao seu casamento. Eu confirmei que iria. No entanto, quanto mais se aproximava a data, mais desanimado eu ficava. O Pedro mora em São José dos Campos S.P e eu em Belo Horizonte-MG. Isso significava viagem, aeroporto, avião, atrasos e perda de tempo. Então tudo isso deixava-me muito desanimado. Mas eis que na quarta-feira antes do casamento o Pedro me liga todo feliz para ter certeza de que eu iria. No início da conversa fiquei ensaiando em como dizer não. No entanto, não tive coragem e acabei confirmando que iria sim. Não tive coragem de dizer não a ele. Mas disse também que ele não precisava se preocupar comigo, que eu iria direto para São Paulo Capital, que iria aproveitar a oportunidade para ver alguns amigos e que então no sábado eu iria para São José dos Campos vê-lo casar. Ele inisistiu para que eu fosse pra sua casa direto. Mas consegui convencê-lo do contrário. Eu sabia que na sua casa teria muita gente, parentes de longe e eu não queria ficar lá totalmente estranho no meio de todos. O Pedro certamente não teria tempo pra mim. Tudo combinado, nos veríamos no sábado em seu casamento.


Na quinta logo cedo tratei de reservar minha passagem e um hotel em São José dos Campos mesmo. São Paulo era longe o suficiente para cansar-me ainda mais. E a desculpa de ir direto pra São Paulo era apenas uma desculpa para não ficar na casa do Pedro.


Assim, na sexta viajei cedo para São José, na verdade eu queria ir mais tarde, mas já tinha mais passagem disponível. Então desembarquei em São José as 9 da manhã. Aeroporto bem pequeno e bem organizado. Dirigi-me ao saguão para retirar minha bagagem e o saguão já dava saída para o estacionamento. Enquanto eu e os demais passageiros, bem poucos, esperávamos nossas bagagens, notei que o guarda da porta de saída para o estaciomento, não parava de olhar-me. Dispistei meu olhar, conversei com pessoas que esperavam suas bagagens e distanciei-me um pouco e discretamente olhei para ele e pra minha surpresa ele me olhava discretamente. Ainda de longe, peguei um pedaço de papel, anotei meu número e como era de outra cidade, ainda escrevi que poderia ligar a cobrar se precisasasse. Quando minha bagagem chegou, retirei-a, dirigi-me até o guarda com o intuíto desnecessário de pegar um informação e dei-lhe meu número. Agora era com ele. Peguei um taxi e fui para o hotel.


Cheguei, joguei-me na cama e fiquei pensando no guardinha, devia ter algo entre 28 e 32 anos de idade. Malhado, bonito e os óculos que ele usava dava-lhe um charme muito especial. Fiquei pensando, "não é possível que depois de mais de 4 meses sozinho, sem ninguém, que vem me aparecer um cara justamente de longe, ninguém merece, me conveci de que seria absurdo". Conectei meu notebook e fui pra internete. O tempo passou... as 12:30 meu telefone tocou, o número era desconhecido. Já atendi ancioso. Era ele. Me disse sou Heverton do aeroporto, fiz mal em ligar? Não, claro que não, eu respondi. Então, estou na minha hora de almoço daí resolvi ligar-te. Voz bonita você tem, ele disse. Eu saio do trabalho as 17:00 hs. podemos nos ver? E eu disse sem pensar: é claro! Dei-lhe o endereço do hotel e ele marcou de passar a 19:00hs. A ansiedade tomou conta de minha tarde...


Arthur A. Lima

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Hotel Fazenda - Final

Você vai ter sua chance hoje, eu disse. E ele riu faceiramente.
Fomos pra cozinha e enquanto eu preparava o lanche eu dava jeito de me aproximar dele.
Peguei um queijo especial e perguntei-lhe se gostaria no lanche dele, ele me disse se é bom como você, eu como. Eu ri e disse eu sou melhor te garanto e aos risos eu levei um pedacinho pra ele provar. Levei em direção a boca dele e ele tentou pegar com a mão. Eu disse hanhahn e coloquei na boquinha dele, meio sem graça ele sorriu e disse é bom sim. Eu pensei comigo: você ainda não viu nada.
Continuamos a conversar e eu preparando o lanche. Olhei e perguntei-lhe: quer mais um pedacinho do queijo? Pode pegar.

Ele me disse eu aceitaria se você me desse outra vez. Eu ri e disse: pois não, seja feita a sua vontade, mas tome um pouco de vinho antes, você vai sentir melhor o paladar do queijo. Ele ficou de pé perto de mim sorveu o vinho e eu dei-lhe o queijo como ele quis, ele só não esperava que em menos de um minuto eu viraria e roubaria lhe um beijo, sem cerimônia alguma.
O melhor de tudo é que ele não impôs resistência. De imedianto me desculpei pelo impulso e disse: eu já não aguentava mais esperar. Um fogo me queimava por dentro. E ele me disse que bom, você estava demorando demais. E nos beijamos de novo. E agora um beijo demorado, suave e gostoso. Trocamos carinhos...
E o lanche ficou pronto. Lanchamos tomando vinho. E durante o lanche falamos sobre relacionamento, namoro. Eu senti que ele apesar de vinte e cinco anos era bastante inexperiente e inseguro e foi o que ele me falou. Como também me disse que não queria me magoar, mas que achava que não estava preparado pra um relacionamento. Eu logo tratei de deixá-lo tranquilo dizendo que não estava lhe propondo um relacionamento e que relacionamentos só acontecem quando as pessoas se sentem seguras e que ele poderia ficar muito a vontade quanto a isso.

Carinhosamente eu beijei-lhe e o trouxe pra sala, nos sentamos no sofá e namoramos, eu sentia meu sangue ferver e o dele não estava diferente. E assim sem medo e eu o tomei pela mão em direção ao meu quarto. Beijei-lhe e deitamos. Ele me disse: tenho que ir pra casa. Eu disse eu sei. E depois de um outro e outros beijos nos amamos.
Acordamos no outro dia (sábado) as sete da manhã, ele assustado e querendo fugir as pressas e eu logo o acalmei carinhosamente. Tomamos banho, café e ele sorria feliz. Entreguei lhe o presente de natal eu comprara no dia anterior e ele ficou mesmo surpreso.
Marcamos de nos ver de novo antes de eu viajar para o Natal e Ano Novo em BH. Naquele mesmo sábado a tarde eu recebi três mesangens de texto dele. Três declarações de amor. Acho que isso vai mais longe do que eu possa imaginar, eu pensei. Naquela noite ele me convidou para sairmos, disse que não queria passar no meu apartamento mas que desejava sair. Fomos tomar um shopp, mas ele dormiu na minha cama...
É, depois de alguns shopps a gente fica bem mais amável...
PS. Google public pictures só pra ilustrar.
Arthur Alter

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Hotel Fazenda II

Ao longo da semana eu e Allan nos falamos duas ou três vezes por telefone. E ficou mesmo acertado que na sexta feira ele iria até meu apartamento para levar as fotos de nosso passeio. Eu, já sabia onde queria que essa visita terminasse, já tinha todos os meus planos feitos.
Na sexta feira acordei e logo me lembrei é hoje rsrsrrsrs. Exatamente 17 de dezembro de 2010. Como vêem essa postagem está duas semanas atrasada. Eu trabalharia só na parte da manhã. Tomei meu banho matinal, pensei em fazer a barba, mas deixei pra fazer no final do dia. Tomei um café, peguei minhas coisas e saí.
Na parte da manhã tudo transcorreu como sempre. As 11:30 eu saí e resolvi passar num shopping, afinal era a semana que antecedia o natal. Eu deveria comprar alguns presentes pois na outra semana eu iria para BH passar o natal e o ano novo com meus pais.
Chegando ao shopping depois de andar muito comprei presentes para meus pais e também para meu ex, o Gui. Entre nós sobrou uma amizade bonita e sem constrangimentos. Resolvi também fazer uma surpresa pro Allan e comprei-lhe um presente. Que no momento certo eu lhe entregaria.
Quase três da tarde fui fazer um lanche e voltei pra casa. Chegando fui logo organizando algumas coisas que estavam fora do lugar. Coloquei uma garrafa de vinho na geladeira. E resolvi tirar uma soneca.
Acordei as cinco e meia. Fui ver um pouco de TV, as 6:30 resolvi fazer a barba. O Allan sairia do trabalho as cinco da tarde, ele certamente iria em casa pra depois voltar e por certo no máximo as sete e meia da noite ele estaria chegando, feita a barba, fui a cozinha e ainda fiz um pequeno lanche, limpei tudo e fui tomar meu banho.
Sete e meia e a impaciência já começara a tomar conta de mim. O tempo a partir daqui parecia não passar. Sete e quarenta e cinco e nada. Olhei o telefone várias vezes, ligo ou não ligo...
As sete e cinquenta e cinco o interfone toca, meu coração deu um salto, respirei fundo e atendi, era ele. Beleza cara pode subir. Destravei o portão e tratei de me recompor da ansiendade. Antes mesmo que ele tocasse a campainha eu já estava abrindo a porta e já com um sorriso faceiro eu o recebi.
Ele estava bonito, barba feita e cabelo bem feito também. Ele entrou e fomos pra sala. A conversa correu solta por uns vinte minutos e sobre assuntos diversos. Daí ofereci-lhe um vinho e continuamos a conversar e de alguma forma eu sentia que havia algo especial pra acontecer, o tom de nossa conversa foi ficando mais suave. Depois da segunda taça de vinho, fomos as fotos e algumas estavam muito bonitas outras mereciam ser deletadas. Terminado com as fotos eu perguntei se ele aceitaria sair pra comer alguma coisa. Ele me disse que era melhor deixar pra outra hora, que não demoraria muito, nessa hora eu pensei: mas será que ele vai me escapar ou é apenas jogada? Então eu disse venha pra cozinha comigo eu preparo um lanche delicioso em minutos. Ele me disse: delicioso mesmo? Eu disse sim claro, o que eu faço que não fica bom? Ele disse: não sei, ainda não experimentei nada.
Você vai ter sua chance hoje, eu disse. Continua...
Arthur Alter

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Hotel fazenda

Ao chegar em casa cançado após um dia de trabalho, fui logo para o banho. Enquanto a água escorria de minha cabeça aos pés, pensava livremente no fim de semana que apenas tivera. Eu havia viajado com um grupo de amigos para uma cidadezinha do interior. O lugar um hotel fazenda lindo encrustrado no meio de uma mata e ao entorno algumas belas cachoeiras. Erámos em quatro. Nos conhecíamos fazia tempo e também havia tempo que estavámos planejando um passeio juntos. Allan era o mais novo dos quatro tinha 25 anos. Pedro tinha 27 e João Victor 29 eu era o mais velho com 31 anos e ao mesmo tempo eu parecia o mais jovem, mais brincalhão e gozador. Tudo pra mim era diversão. Apenas eu entre eles fazia academia e meu corpo bem definido demonstrava o quanto eu curtia cuidar de mim mesmo. E até parecia mais jovem de fato.
Saí do banho enrolado na toalha e fui direto pra cozinha, olhei o relógio e ainda não era sete e meia da noite. Peguei uma caixa de suco, um sandwich natural e uma banana. Sentei à mesa e comecei a comer. Dali levantei e voltei ao banheiro. Escovei os dentes e me olhei no espelho e logo percebi alguns fios brancos em minha cabeça, no topo da cabeça o cabelo já havia dado sinal de enfraquecimento. Mas os fios brancos me deixaram meio com aquela sensação de: estou ficando velho.
Já passei dos 30. Voltei pra sala sentei diante da TV me recostei na poltrona e comecei a ver qualquer coisa que nem me lembro. Meus olhos pesaram. Daí a pouco a campainha tocou, sonolento, ainda pensei que estava sonhando. Corri até o quarto botei um bermuda tec-tel branca nem pensei em cueca e corri até a porta. Ao abrir me surpreendi com uma visita inesperada. Era o Allan. Com um sorriso encantador me disse: eu não tinha nada pra fazer depois do trabalho e resolvi passar aqui, eu trouxe umas fotos de nosso passeio. Tá no meu pen-drive e pensei em copiar pra vc.
E eu meio confuso e feliz logo disse: caramba que legal entra ae. Meu notebook ta no quarto eu já vou buscá-lo fica a vontade. Fui até o quarto e discretamente ainda passei uma colônia Hugo Boss (Intense) e voltei com o notebook. Ele colocou-o no colo e começou a transferir as fotos e de quando em vez me olhava e eu não conseguia decifrar o que seus olhos queriam. Daí a pouco abri a boca demonstrando sono. Me desculpei e ele sorriu dizendo ainda é cansaço do fim de semana. E na verdade era. A gente se divertiu muito, brincamos como adolescentes. Ao terminar de transferir as fotos me aproximei mais e começamos a ver. Nossa ficaram bonitas ein!? E ele me disse: essa principalmente. Era uma em que eu demosntrava meus músculos rsrsrsrsr. E completou: bonita como o dono. Eu sorri meio amarelo e olhando-o nos olhos disse: verdade? E ele sem constrangimento disse: sim.
Passei a mão em seu rosto e disse: são seus olhos rsrsrsrs essas frases cliches ainda funcionam, não se enganem. Tirei o computador de seu colo e olhei-o firme nos olhos. Seus olhos brilhavam intensamente. Ele elogiou meu perfume e disse-se seduzido, me aproximei lentamentamente para beijá-lo e fatidicamente o telefone tocou, o fixo residencial, toque extridente, perdi o rumo assustado e quando olhei meio assim perdido e confuso, só estava eu na sala, a televisão falava às paredes e eu nem tenho telefone fixo. Era pouco mais que oito e meia da noite. Eu havia apenas sonhado. Foi apenas um sonho...
Fui até a cozinha tomei água e decidi ligar pro Allan, era tudo tão real e a gente tinha ficado tão próximos no hotel fazenda.
___ Allan? E então tudo bem? Quando é que vc vai me fazer uma visita e trazer as fotos de nosso passeio?
___ Oi Teté, beleza!? Ah cara eu levo aí um dia desses da semana. Ou te passo por e-mail.
___ Nada de e-mail, está intimado a vir pessoalmente. Ok?
___ Tudo bem então, vou deixar combinado de passar aí na sexta a noite pode ser?
___ Claro, sexta é sempre uma excelente noite!
___ Falou então, combinado. Abraço cara, se cuida.
___ Ok, fico te esperando. Se cuida também...
Sexta feira...

sábado, 11 de dezembro de 2010

Lembrança

Eu deveria saber quem eu sou agora; e na verdade eu sei. Por certo que sei.
Eu ando..., e as memórias se mantêm de alguma maneira pensando no inverno!
Teu nome é uma farpa dentro de mim.
Enquanto eu espero... espero que haja um novo começo, com coisas todas novas.

E eu me lembro do som do centro em novembro, tanto barulho, e eu desejava apenas o silêncio.
E eu me lembro da verdade: um dezembro quente contigo!
Mas eu não tenho de cometer este erro outra vez, não, não tenho mesmo.
E eu nao tenho de estar dessa maneira, sentindo o novembro, na lembrança.
Se eu só despertasse do sono, eu veria: já é dezembro.
O caminho ficou claro agora. Tua voz é tudo que escuto de alguma forma;
Gritando pro inverno, é no inverno que a gente se aquecia.
Tua voz é uma farpa dentro de mim gritando por meu nome.
Enquanto eu espero... espero, mas acho que até de meu nome eu me esqueci.

Eu poderia me perder, mas quero me encontrar... em qualquer lugar...
Na dura chuva azul dos teus olhos porque eu ainda sinto tua falta, é eu sinto!

E eu me lembro do som do centro em novembro.
E eu me lembro da verdade é eu me lembro.
De um dezembro quente contigo... é eu me lembro,
Mas quero esquecer...
Porque eu não tenho de cometer esse mesmo erro outra vez.
Arthur Alter

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Um brinde a VIDA

As vezes sinto que falto eu em mim mesmo…
Foi essa uma parte do comentário que deixei no blog de um amigo o Gilson do blog momentos compartilhados.
Por que? Como assim faltar eu mesmo em mim?
Quando todos parecem ter uma rotina predeterminada, minha vida gira sem parar. Nada é igual embora eu desenvolva a mesma atividade quase todos os dias. Levanto e saio correndo para preparar meu café, enquanto a cafeteira faz o serviço é tempo de banho... nossa já falei disso. Vou correndo pra faculdade, aulas, atividades, discussão em grupos. Vou dar aulas, volto a estudar o telefone toca, perco o sentido e esqueço exatamente onde estava, tenho que ficar atento, pagar as contas em dia. Não me lembro quando fui ao cinema nos últimos três meses, não sei quando descansei de verdade num fim de semana. Até mesmo namorar tem parecido chato. Tem hora que quero ficar sozinho, esquecer de todo mundo, desligar o telefone e sumir, acampar no meio do nada longe de todos. Mas tenho medo.
Me viciei na metropole, no barulho, na correria. E isso já me afastou daquilo que eu gostava. Chego em casa olho o computador, e com tremenda angustia checo meus e-mails, dá uma vontade grande de ascessar o blog, mas me controlo. Ligo a TV e logo desisto sempre as mesmas coisas. Tento ouvir música, mas até pra isso eu preciso estar bem comigo mesmo. Estou mesmo cansado! Fim de ano! Sinto falta dos dias de criança, sinto falta do aconchego da casa da mamãe. Acho que preciso me casar, estou cansado de acordar sozinho e de ir deitar sozinho... a solidão tem me enfraquecido. Namoro a distância, ninguém merece! Faz mal ao coração.
Fico dias sem fazer a barba, me olho no espelho e nem me reconheço. Durmo pouco, saio correndo, não observo as pessoas, não observo a vida... e eu sempre observava tudo e todos, tudo me encantava, hoje estou num grau de stress que nem mesmo as cores vivas do dia me chamam a atenção.
Ontem mamãe me ligou e me deu uma notícia ruim, um primo meu de minha idade morreu de acidente de carro. Ela deu a notícia entre lágrimas. E eu disse sinto muito mamãe. Depois que desliguei o telefone fui fazer o que eu estava fazendo, esqueci complemente da notícia, de tão anestesiado que estava com meus afazeres. Deitei e nem me lembrei de ninguém. Acordei agora de manhã e do nada me lembrei... Parei tudo. Desisti de ir à aula. Apenas escreverei um pouco. Depois eu ligo pra casa. No fim de semana vou a BH visitar meus tios. Hoje eu quero pensar na vida, pensar em mim mesmo e não vou correr tanto. Vou sair e ver as pessoas na rua. Quero sorrir para os velhinhos e brincar com as crianças. Quero ir até o mirante e ver o sol se pôr e depois vou voltar pra casa. Vou escutar Nana Caymmi, tomar uma taça de vinho, tomar um banho relachante, quero assistir um filme bem light, prayers for Bobby.
No fim, ao deitar quero fazer uma prece por mim mesmo e vou me comprometer a prestar mais atenção em mim mesmo se de verdade eu quiser prestar atenção vocês também. Quero dormir em paz ao menos por hoje.
Bju a todos.
Arthur alter Lima

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Pizza

... Quando terminou meu período de trabalho, eu imediatamente me dirigi ao estacionamento, precisava ir em casa almoçar e levar o meu carro à seguradora pois, certamente seria encaminhado para os devidos reparos aos cuidados da seguradora e por certo me deixariam um outro carro. Quando cheguei no estacionamento notei que havia um papel incomum preso ao limpador do para-brisas ao lado do motorista. Estranhei. Peguei-o abri e li:
___ Desculpa, sou o Helton, o desastrado que bateu em seu carro. Me liga por favor? (xx – xnx –xx). Pensei um pouco... O que seria afinal tudo já estava mais ou menos resolvido. Fui para casa pensando se ligaria e a que hora. Confesso que almocei intrigado. Já para sair para seguradora eu resolvi ligar, ao menos eu sairia daquela indecisão. Ligo, o telefone toca umas três vezes, eu já estava pensando em cancelar a chamada quando atende.
___ Helton?
___ Sim, quem é?
___ Sou o Arthur, posso te ajudar em algo você pediu que ligasse. Na verdade eu estou indo à seguradora agora levar meu carro....
___ É, na verdade eu só queria saber se estava tudo bem e me desculpar de novo. E também te agradecer você foi muito gente boa comigo...
___ Tá ok rapaz, isso são coisas que acontecem. Mas enfim, eu tenho que ir, tenho muitas coisas pra fazer, como eu disse estou indo a seguradora. Depois te informo como ficou as coisas. Mas afinal sua mãe já pegou outro carro até que o de vocês fique reparado?
___ Sim, já. Mas desse ela não vai deixar eu nem chegar perto rsrsrs.
___ rsrsrs imagino. Se cuida garoto. Salva meu número qualquer novidade é só me ligar ok? Abraço.
E desliguei, mas sabe quando você sente um clima diferente? Foi isso que fiquei sentindo. A tarde passou voltei para casa. Cuidei dos meus afazeres preparei a aula do dia seguinte, li uns textos pequenos que eu precisava para a aula do mestrado. Já era um pouquinho depois das sete da noite eu resolvi que iria sair para comer uma pizza. Então pensei no Helton: “bem que ele poderia me fazer companhia”. Passei uma mensagem: “estou indo comer uma pizza, me acompanha?”
Menos de um minuto depois recebo apenas uma mensagem: “sim”.
Eu resperei aliviado e contente. Precisava tomar um banho, mas antes liguei para combinar. Tudo acertado eu o pegaria em casa em 40 minutos. Tomei banho, vesti-me, me olhei duas ou mais vezes no espelho. E lá fui eu...
Quando cheguei no local combinado ele já estava me esperando e um ar menos tenso na face e os olhos bonitos o deixava realmente um gatinho. Cumprimentei-o com um aperto de mão e um sorriso que foram prontamente retribuidos.
___ Caraca, que estranho, ele disse. A gente se envolve num acidente de carro e fica amigos rssrsr.
___ Eu ri e disse: é... a culpa é sua. Mas há males que vem pra bem não é o que diz o adágio?
___ É, ele retornou em resposta.
Enfim, durante a pizza conversamos sobre muitas coisas e perguntei se ele queria passar na minha casa antes de voltar pra casa dele e ele disse: tudo bem, mas completou:
___ Minha mãe vai me matar se souber que sai pra comer pizza com o cara do acidente rsrsrs
E eu brinquei: vamos ligar pra ela... e você diz que está comendo pizza comigo rsrsrsr.
___ Você nem é louco rsrsrsr. Quando chegamos em meu apartamento, ele disse que não poderia se demorar e já era dez da noite. Na verdade conversamos uns 15 minutos e eu o levei de volta pra casa. O que conversamos? Segredo! Quem sabe eu resolvo contar num outro post.
Arthur Alter

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Aprendendo com as lições da vida

Ontem eu levantei cedo. Muitas coisas para fazer e o dia parecia não ser longo o suficiente. Saltei da cama num pulo, corri a cozinha e coloquei água na cafeteira, liguei o botão e corri para o banheiro já arrancando o pijama. Me olhei no espelho e não gostei da imagem. A barba toda espetada, já fazia 4 dias que não me barbeava. Pensei se faria naquele momento ou se deixaria para mais tarde... Olhei meu músculos biceps e triceps, estavam bem definidos, achei que estavam legais. Caraca, a barba resolvi fazer correndo, mas bem feita, detesto barba mal feita. Termenei entrei no banho e a água parecia lavar-me a alma.
Saí do banho corri ao quarto vesti as calças e corri para a cozinha para terminar de preparar o café. Botei cereal, leite e mel na tijelinha de sempre, colequei um misto pra esquentar, peguei uma banana e pensei: nossa já devo estar atrasado! Voltei ao quarto peguei uma camisa branca básica e voltei a cozinha comi o misto com café com leite, mais rápido do que nunca e isso é péssimo para a saúde. Depois foi a vez do cereal, fui mais devagar adoro meu cereal; junto e aos poucos eu ia comendo a banana...
Corri ao banheiro escovei os dentes e só então passei uma loção após barba, voltei ao quarto vesti uma camisa azul por cima daquela branca, calcei o tênis e peguei minha pasta, desci correndo pelas escadas do segundo andar e cheguei a garagem. Cac***....e esqueci a chave do carro que mer...*aaaaaaaaaaaaa!
Subi correndo novamente. Onde está a chave...? Isso sempre acontece, todo dia não sei onde deixo a chave, não tem jeito não aprendo nunca. Parei, respirei fundo fiz uma breve retomada da chegada na noite anterior e... isso deve estar debaixo do sofá rsrsrrs vai entender porque...
Abaixo pego as chaves e saio correndo de novo. Entro no carro olho para os lados e vou saindo e penso tomará que o trânsito esteja bem suave, ligo o rádio e coloco um CD que curto muito, é uma coletânea de músicas desde de MPB até pop rock. Páro no sinal e o trânsito está mesmo bem suave.
No próximo entrocamento, eu sempre penso duas vezes antes de cruzar, sempre penso que um retardo qualquer vai passar direto, reduzi... olhei e ... cacetadaaaaaaaaa, senti um enorme impacto atrás, o barulho foi enorme, vocês não queiram imaginar. Botei as duas mãos no rosto e resperei fundo, fiquei olhando pelo retrovisor para ver o que ia acontecer e pensando desço ou não desço... ? Pego o celular e ligo pro departamento de línguas da UFU.
___Lisa, não sei que hora chego acabaram de bater na traseira de meu carro. Mas você está bem? Ela ainda perguntou.
____Sim estou, deixa eu tentar resolver isso aqui logo. Desliguei e observei que já havia alguém de pé quase ao lado dos carros batidos e que também falava de cabeça baixa ao telefone. Pensei vou ligar para meu seguro... feito isso observo que o outro motorista era bem jovem não mais que uns 22 ou 23 imaginei.
Chego até ele e digo: e aí, tudo bem?
___Tudo bem? Você me pergunta se está tudo bem?
E eu respondo: claro. É melhor você está bem né? O carro tem jeito. E ele: é a primeira vez que saio no carro de minha mãe, eu tinha prova na faculdade agora de manhã e me acontece essa mer*a. Eu não pensei que você ia parar.
Mas eu não parei eu só reduzi, você é que deve ter se descuidado e aqui é sempre perigoso...
A polícia chegou fez a perícia. Ele já havia chamado o reboque coisa de 30 minutos, fora as perdas materias tudo resolvido. E nisso chegou o reboque.
O meu carro não havia se danificado tanto, mas o da mãe dele ficou feio. Tinha mesmo que ser rebocado. Quanto ao meu, eu apenas teria que levá-lo à seguradora. Por concidência nossos seguros eram os mesmos. Perguntei a ele o que ele ia fazer e ele estava em choque ainda.
___Não sei cara, não sei. Ele respondeu.
____Bom, agora é retomar o curso do dia. “Dos males o menor”, eu disse.
____Cara, como você consegue encarar tudo numa boa assim? Ele perguntou.
___ Bom, eu já aprendi que não se pode mudar o que já aconteceu. To indo pra faculdade. Quer uma carona? Ele pensou, hesitou um pouco e disse: é acho que vou. Quando chegamos a faculdade apesar de visivelmente transtornado, ele parecia mais calmo. Apertou minha mão sorriu amarelo e me perguntou: qual o seu nome mesmo?
____ Arthur, eu disse. E completei: a gente vai se falar de novo com certeza.
Claro. Obrigado pela carona.
Boa prova rsrsrs se é que você ainda vai fazer né? E ele disse tá.
Ele saiu e eu fui trabalhar.
Isso foi ontem. E a estória ainda continua.
Segue aí...
Artur Alter

sábado, 16 de outubro de 2010

Ver a vida de frente!

Post dedicado ao meu retorno após ter lido a história de vida de um blogueiro que admiro pela coragem e determinação. (o garoto cientista)

Conversando um dia desses com um dos meus amigos, veio à conversa o assunto: desafio/obstáculos que a vida nos coloca; pensei sobre o assunto e percebi que a vida por si só é um desafio, veja:
nascemos indefesos, pequenos e totalmente dependentes de nossos pais, aos poucos vamos crescendo, aprendendo e evoluindo; de certa forma nos tornando independentes, formamos nossas próprias opniões, conceitos e as nossas regras e começamos a enfrentar a vida de frente. As vezes com medo, medo de nós mesmos. Medo de nos auto-aceitar e mais medo ainda dos outros nos aceitarem. Certo, uma conclusão válida para um mundo louco como o nosso, mas afinal o que é enfrentar a vida de frente? É se vestir de guerreiro pegar uma espada e batalhar com o mundo, ou é batalhar contra você mesmo? Enfrentamos por vezes nos mesmos, nos contradizemos, queremos, não queremos, nos subestimamos e as vezes acreditamos que não somos capazes, e estas são as maiores pedras que podem existir em nosso caminho. Não pelo fato de serem as que mais se destacam, mas justamente por serem aquelas que mais negamos e não percebemos seja por medo ou falta de coragem e por não acreditarmos no que somos capazes, não corremos atrás do que queremos, simplesmente procuramos o caminho mais ''viável''. Mais leve e confortável, as vezes nos esconcendo de nós mesmos. Então pra que nascemos afinal ? Para sermos levados pela história ou para criarmos a nossa própria trama? Pensem nisso!
Estou de volta!
Bju a todos que me seguem.
Arthur Alter

terça-feira, 7 de setembro de 2010

De volta pra casa

Pouco mais de seis meses depois de ter chegado a Florianópolis eu resolvi voltar pra Minas. Eu estava numa dúvida grande entre retornar pra Capital mineira onde nasci ou Uberlândia onde vivi os últimos seis anos de minha vida. E de certa forma tudo conspirou pra que eu voltasse pra Uberlandia. E aqui estou. Os ares das alterosas de Minas me fazem mais feliz que qualquer outro lugar.
Bom, o rítimo de minha vida aqui não vai ser nada diferente daquele de floripa. Além da rotina, a cada 15 dias passo um fim de semana em BH pra curtir meus pais e o amor de minha vida o Gui. E a cada outros quinze dias, ele vem pra cá.Na verdade ele veio só uma vez aqui, pois tem só um mês que estou de volta. E na primeira vez que ele veio, foi muito especial. Fazia pouco mais de 20 dias que tínhamos estado juntos. Ele chegou no fim do dia numa sexta feira e eu fui buscá-lo na rodoviária. Ele estava lindo como sempre e com um sorriso que não se contentava pra si apenas. Eu o recebi com um bejinho no rosto e um abraço gostoso. Não sei ao certo se as pessoas que viram pensaram se somos namorados, amigos, irmãos o sei lá. Mas de uma coisa eu tenho certeza, manisfestar nossos sentimentos é muito bom.

Chegamos em casa pouco depois de 10 minutos e então sim nosso beijo foi apaixonado e longo o suficiente pra dizer, sem palavras o tamanho da saudade. Seguido do beijo, abraço e carinho não faltaram. Sentamos abraçados e conversamos sobre tantas coisas, saudade, alegria, sonhos e projetos. Combinamos de ver o filme do “começo ao fim” o qual eu ainda não havia assistido. Podem dizer que sou atrasado, sou mesmo. Foi falta de tempo e uma certa desilusão devido as críticas que ressaltaram que o filme deixou muito a desejar no sentido de que poderia ter sido mais contundente. E eu acho que as críticas estavam certas. Mas pretendo fazer uma postagem sobre meu ponto de vista depois.
Assistimos o filme juntos. Fizemos comentários, reprovamos alguma coisa, ressaltamos outras. E namoramos muito. Depois saímos pra jantar e durante o jantar o assunto ainda foi o filme. Retornamos pra casa com uma sensação de que o amor vale a pena se a gente aprender a ver os dois lados de cada situação. O amor não tem regras nem limites. O amor tem apenas que ser manifestado porque ele dura só aquele momento que fica na saudade ou na lembrança. O encontro de amanhã é novidade, é manifestação nova.
Deitamos juntos e parecia tudo tão mágico, tão intenso e verdadeiro que nosso amor foi diferente e mais intenso que de todas as outras vezes.
A cada beijo do Gui eu sentia como se meu corpo saisse de mim mesmo, cada vez que sua mão tocava meu corpo eu me perdia no tempo e no espaço. E quando eu o tocava e beijava eu sentia que ele sentia o mesmo. Seus suspiros hora profundos, hora suaves davam o contorno perfeito aos nossos corpos. E foi assim que fizemos amor suavemente, sem pressa, sem medo de que não haveria amanhã e com uma certeza, tudo o que tínhamos era aquele momento e ele tinha que ser especial. Fizemos amor intensamente, suavemente, lentamente, calmamente, apaixonadamente. Seguido do banho nosso amor agora era manifesto apenas por dois corpos jogados um ao lado do outro suspirando e respirando levemente com olhares soltos um no outro até que dormimos...
( a continuar)

Arthur Alter

sábado, 31 de julho de 2010

Arthur e Guilherme: The happy end

Oh danm it! Aquele primeiro beijo foi perfeito e desejado creio que desde o primeiro olhar. E tudo em nós era desejo, era carícia e carinho também. Minhas mãos percorriam aquele corpo que suspirava de prazer, meus lábios procuravam os dele e quando se encontravam, até o céu se extremecia, o mar se acalmava, mas dentro de nós acontecia uma tempestade de desejos e volúpia. E aos poucos toda aquela tensão e desejo se misturavam nos deixando envoltos num clima de êxtase.
Nossos corpos se desejavam, nossos olhos queimavam, nossas mãos tremiam, era desejo demais para um instante só. Ele tirou-me a camisa e começou acariciar meu torax enrijecido de prazer, eu suspirava perdido em suas mãos e vendo me solto e ao mesmo tempo preso em suas mãos ele beijou-me intensamente, de forma que se eu já tivesse sido beijado igual, não faria a menor diferença naquele momento. Depois daquele beijo ele simplesmente virou-se pro lado olhou-me e sorriu amavelmente dizendo: se eu estou sonhando, por favor não me acorde nunca. E então foi a minha vez de beijá-lo e nessa hora o tempo parou, eu tenho certeza que sim, pois até agora enquanto escrevo, eu sinto não só a intensidade daquele beijo mas, também o seu sabor.
Não a gente não estava sonhando, era verdade, era tudo verdade. Foi então que eu também lhe tirei a camisa e olhei aquele corpo bonito, cheiroso e implume ao meu lado, e eu comecei a tocar-lhe suavemente e tão suavemente eu beijava-lhe que aos poucos seus suspiros de prazer iam aumentando em nós o mais ardente desejo de se consumir voluptuosamente e eu apenas acrescentava mais e mais beijos tornando-nos os dois inebriados de prazer e desejo.

Nossos corpos se desejavam ardentemente, e foi assim olhando pra ele como se eu nunca mais quisesse perdê-lo de vista ou arrancá-lo de dentro de mim que bem suavemente eu me deitei sobre seu torax e assim beijando-o começamos a trocar palavras soltas, apenas palavras que pudessem significar o que nossos corpos desejavam e bem aos poucos, bem ao meu modo de mineiro, muleque, faceiro e desinteressando que começamos aquele ritual que só poderia ter um fim: o prazer humano mais perfeito e completo que um mortal pode sentir. E desse prazer nem os deuses podem participar, sentir ou saber o que é, somente nós os mortais podemos experimentar, mas é exatamente nesse momento onde já não existe mais um corpo, e nem dois separados, mas apenas um, que em dois se divide no mesmo tesão e prazer. O que podemos sentir nesse momento é magico. Nesse momento nos tornamos um deus-humano, mortal, mas e daí? Onde o amor mais puro e intenso acontece, esvai-se toda humanidade e resta apenas o amor dos deuses e desse nós mortais participamos por natureza exatamente, porque nesse momento somos os deuses do amor humano.
E foi assim perdidos um no outro que nos amamos suavemente, lentamente, amavelmente sem se lembrar do tempo. O único tempo que existia era o presente embebecido de amor. E já cansados e molhados de prazer nos "entre-olhamos sorrindo". E ao final eu tive medo de voltar a ser apenas um mortal, apertei-lhe a mão e olhando pra ele eu pedi que ele me deixasse apenas com a certeza de que o tempo trataria de nos levar um ao outro novamente. Ele sorriu amavelmente e disse sim. Era hora de despedir-nos.
E aquele beijo que parecia não ter fim aconteceu e foi eternizado naquele momento. Ele me prometeu que iria me visitar em Florianópolis dentro de três semanas e passadas as três semanas, ele chegou embora o tempo tivesse nos separado, parecia que havíamos nos encontrado apenas a um dia antes. Nossos olhos sorriam...
Estamos juntos faz quatro meses, mas os dias, as semanas apenas contam o tempo pois quando estamos juntos, esse tempo não existe, só existe o presente. Quanto tempo vai durar? Deixa o tempo dizer porque se depender apenas de mim vai durar enquanto tiver que durar, é nisso que reside a eternidade do amor, do encontro, de momentos de prazer. Eterno é o que acontece e vale a pena ter acontecido. Eterno é apenas um instante que pode significar uma vida inteira e tem sido assim todos os instantes que estamos juntos. E olha que ele mora em BH e eu em Florianópolis. Aeeeeeeee Minas Gerais, me aguarda que eu to voltando...........
Amigos, desculpe-me a demora em postar, mas final de semestre pra mim é sempre um loucura e eu tive que além de concluir meu semestre de mestrado, fechar os trabalhos e organizar as coisas pra mudança.
Aeeeee Minas Gerais eu tô voltandoooooooooooo.
Arthur Alter

sábado, 19 de junho de 2010

Arthur e Guilherme II

era tarde, quase duas horas da manhã quando cheguei em casa. Ansioso entrei para o quarto e por um minuto fiquei pensando se devia ligar ou não. Na verdade eu sabia que se eu não ligasse eu não conseguiria dormir de ansiedade. Eu não tinha nada a perder. Liguei e logo na terceira chamada ele atendeu, perguntando: quem é? E eu disse sou eu, uma cara, tipo assim, bem bobo que ficou flertando com você no Shopping, e ele sorriu... eu pude sentir que era algo gostoso e espontâneo aquele sorriso. Nossa, você demorou ahn? Pensei que nem ligaria, ele disse. É pois é, só agora cheguei em casa a noite com meus pais foi longa.
Mas então, posso saber seu nome? Eu perguntei. E ele logo disse que era Guilherme e naquelas apresentações formais eu disse que me chamava Arthur. Formalidades a parte eu o convidei para sair comigo no sábado a tarde, eu já sabia que teria alguma atividade pra fazer com meus pais a noite e eu não queria desapontá-los afinal, eu havia saido de Florianópolis só para passar o fim de semana com eles. O Guilherme estranhou um passeio a tarde, mas devido à minha explicação concordou já com uma pergunta: Poxa, você mora em Florianópolis? Eu eu disse que sim e logo senti um ar de desapontamento.
Mais um pouco de conversa e deixamos para nos falar no início da tarde daquele dia que já adentrara à madrugada.

Dormi bem e pensando em como deveria ser aquele encontro, meu coração pulsava desconpassado, ansioso. Acordei por volta das 8:30 da manhã o café posto à mesa já me aguardava. Eu, filho único, há mais de 10 anos morando fora de casa. Desde os 19 na verdade. No passar desses anos todos, eu quase nunca tinha o privilégio de encontrar uma mesa posta com o carinho e amor de mãe. Eu estava (estou ) numa fase de nostalgia, - saudade excessiva de casa, de meus pais. Tomei café conversando com meus pais sobre meus planos. Terminar o mestrado, trabalhar menos, ganhar mais, talvez essa seja uma ilusão. Mas enfim, outro de meus planos era que estava pensando em voltar pra Minas, pra BH ou Uberlandia novamente, mamãe não se conteve de alegria e me pediu para que voltasse pra casa. Que sentia falta de seu filho mais que nunca. Eu disse apenas que pensaria na possibilidade com carinho, mas que ela não alimentasse expectativas. Papai reforçou o convite e disse que um retorno a casa poderia me fazer bem, que talvez eu pudesse me dedicar só ao mestrado sem ter que trabalhar também. Dessa parte eu gostei, mas isso significaria ficar na depedência. Embora eu já tenha conquistado minha independência financeira, eu sei que ele estaria sempre tentando me dar alguma coisa.
E como filho único, não tenho muitas outras alternativas. Mamãe me perguntou o que eu queria para o almoço e eu disse que queria comida de mãe, bastaria isso. Eu disse apenas que gostaria de almoçar as 12:30 pois teria que sair naquela tarde. Meu encontro com o Guilherme seria as 15:00 horas.
Papai foi ao mercado e fiquei em casa com mamãe, por volta das 11:00 horas dei uma ligada ao Guilherme e ele antendeu ainda na cama, eu pude perceber. Mas ele gostou de ser acordado por mim, ele disse.
Depois do almoço eu dormi uns 30 minutos ou um pouquinho mais. Tomei um banho me arrumei bem e ainda tive a cara de pau de pedir minha mãe o carro dela. Sai de casa faltava menos de 20 minutos para as 3:00 da tarde, meu coração estava a mil de ansiedade.
Encontrei com o Guilherme no Shopping Del Rey na região da Pampulha, bem de pertinho ele era ainda mais bonito. Nos comprimentados discretamente e sentamos em uma mesa e uma jarra de Shopp nos acompanhou na conversa que fluiu super bem. Ele falou dele, do que faz, de seus projetos para o futuro. Ao terminar me disse, mas você ahn? Tinha que morar tão longe? Por que gente bonita mora longe? E eu disse uai é?
Depois que falei de mim, eu apenas o convidei para ir visitar-me em Floripa. Ele pensou, pensou e depois disse: pode ser que sim, se valer a pena, por que não? Afinal, eu ainda não conheço lá.
Depois de todas essas formalidades decidimos arrumar um lugar pra gente ficar a sós. Meu coração tremeu, afinal já fazia 4 meses que estava sozinho de tudo. Escolhemos um lugar super bacana, na verdade ele escolheu.
Ao entrarmos no quarto ainda conversamos um pouco e nos beijamos e eu vi estrelinhas...
(Parte final a continuar)
Abraço vocês com carinho. Bju a todos.
Arthur Alter.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Conto: Arthur e Guilherme - I

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------( o dono blog)
Eu estava ansioso pra chegar em Belo Horizonte, logo que entrei no avião meu desejo era que eu estivesse logo saindo, a viagem parece que domorou mais que de costume. E era só a saudade de meus pais que me incomodava e por mais estranho fazia apenas um mês e meio que eu havia estado com eles. Mas naquela sexta-feira eu já levantara com saudades.
Arrumei minhas coisas, fiz a barba, fiz algumas abdominais, tomei banho, me arrumei e parti para o aeroporto. Saí de Florianópolis as 13:30 com uma breve escala em São Paulo e no fim da tarde eu já estava em Minas. Minha mãe me esperava no aeroporto e aquele abraço que dei nela não queria terminar nunca, então ela me beijou e com o carinho de mãe me perguntou se estava tudo bem, na verdade ela estranhara o abraço demorado demais e eu disse que sim, que era a saudade e fomos pra casa.
Quando chegamos, papai estava chegando também, ele caminhou em minha direção sorriu amavelmente e meu abraço não foi menos demorado, e ele logo disse: vejo que anda com saudade de casa, não é garoto? Os anos de juiz desembargador e o trato com pessoas lhe fizera um mestre em leitura de comportamente humano, ele sentira pelo meu abraço que a saudade me machucava. E era verdade.
( o Gui )
Enquanto mamãe fora preparar algo pra gente comer eu fui tomar um banho. E aquele banho me pareceu o melhor de todos, tudo era tão familiar e gostoso que até o sabonete tinha o cheiro de minha infância. Já mais feito e descançado depois do banho e feliz por estar em casa fui lanchar e conversamos sobre meus dois primeiros meses em Floripa, eu falei de tudo com contentamento, mas não deixei de mencionar que a saudade era maior que eu pudesse imaginar. Papai me perguntou: por que não volta pra casa? Eu apenas disse: quem sabe, pode ser, mas não contem bem com isso. Mamãe apenas disse que ela queria muito que seu filhote voltasse ao ninho e eu disse: mamãe seu filhote cresceu, sabe voar e se cuidar sozinho, não vês que ele sempre volta? E o que vamos fazer hoje eu perguntei e papai me disse: que tal um cinema? Nós três: eu você e sua mãe? E eu disse: ah papai o filme tem que ser muito bom. E ele me disse estou querendo ver o Avatar, seria bom um filósofo assistir comigo pra gente discutir depois, e eu ri com o desejo de papai. Mas acabamos fechando com isso. Mas mamãe disse só se for na seção de 7:15 da noite, mais tarde eu não aguento e acabo dormindo. Mamãe, mas já são seis horas eu retruquei. E o que tem, ela replicou. Vamos indo logo então. Eu estava com saudade do Shopping BH e combinamos de irmos lá. Em poucos minutos saímos de casa. Chegamos ao shopping compramos nossos bilhetes e pipoca rsrsrs, cinema sem pipoca não rima rsrsrs. Depois do filme fomos pra área de alimentação tudo estva cheio nossos olhares procuravam uma mesa livre ou alguém se levantando. E eu olhava atento. Logo uma mesa ficou disponível e nos sentamos, daí papai foi fazer o pedido. Eu conversava com mamãe e observava à volta e logo meus olhos se depararam com um rapaz bonito aos meus olhos, e ele me olhava. Toda vez que eu o olhava ele me olhava também. Tratei de disfaçar logo, afinal eu estava com meus pais. Papai voltara pra esperar o pedido. E começamos a conversar sobre o filme. Sempre que eu podia eu olhava aquele rapaz e disfarçadamente nos flertávamos. Eu conversava sobre o filme e flertava e acho que fazia as duas coisas muito bem pois papai ficava empolgado com o diálogo e ao mesmo tempo aquele rapaz agora tinham olhos que brilhavam ao encontro dos meus e acho que os amigos dele logo perceberam que ele flertavam comigo. Levantei e fui pedir mais um suco pra mim e eu queria que ele se levantasse. Mas ele não levantou, um de seus amigos veio ao balcão e apenas me entregou um papelzinho com um número de telefone.
Logo que sentei à mesa eu queria ir embora, eu queria ligar pra ele, mas o tempo me prendera ali por mais muito tempo e ele e seu amigos se foram. Ao chegar em casa e já tarde eu liguei... ( continuar)
Arthur Alter
















quinta-feira, 20 de maio de 2010

Sobre mim...

Se há uma coisa difícil é falar da gente mesmo. Eu sempre penso que é. Na verdade eu preferiria escrever um conto falando de minhas aventuras. No conto eu poderia tanto criar uma estória como poderia falar de mim. Mas como me foi pedido pra que falasse de mim, Vou tentar escrever um pouco sobre o que andei fazendo, o que tenho feito e meus planos pra curto prazo.O que andei fazendo nesses 5 meses? Logo que cheguei aqui em SC, tudo o que eu queria era me dedicar aos estudos do meu mestrado e me concentrar nas aulas de inglês e espanhol que eu daria no centro de línguas da faculdade. E na verdade tudo tem sido assim. Ao chegar aqui estranhei muito, o clima, as pessoas o lugar. Embora eu já estivesse acostumado com mudanças, confesso que essa eu senti muito.

Talvez por eu ter estado morando por 6 anos num mesmo lugar – Uberlandia MG – Mas enfim bem aos poucos eu fui me acostumando. No início o mineirinho tímido, ficou quieto em seu cantinho. E por mais incrível que isso possa parecer a minha timidez e meu jeitinho mineiro de ser começou a despertar curiosidades. Mas eu não quis me envolver nem mesmo como amizade, procurei manter uma distância razoável e segura. Nesse período recém chegado a companhia virtual do amigo Caio foi fundamental e era sempre com Ele que eu dividia meu tempo. Somos bons amigos – atualmente meus afazeres e os dele também nos tem mantido mais distantes -, mas existe uma vibração e uma amizade super positiva entre nós e isso me deixa sempre feliz. Outro amigo que embora eu nunca tenha falado com ele nem mesmo virtualmente, mas que sempre me deixa comentários super positivos é o Gilson. De uma forma ou de outra tudo isso me anima, me deixava feliz.
Um mês e meio depois que estava aqui fui a BH visitar meus pais e foi super bom, tão bom que eu nem queria voltar, mas era preciso e voltei com lágrimas nos olhos, como se eu fosse uma criancinha. Daí a saudade ficou me machucando o peito. O sorriso e a alegria pareciam distantes de mim. Passado menos de um mês, estava eu voltando a Minas. Nessas indas e vindas eu conheci o Guilherme, na verdade a gente se encontrou num restaurante e foi uma química intensa, nossos olhares não se deviavam. Consegui o telefone dele nos falamos durante os poucos dias que fiquei em BH e ele marcou de vir visitar-me, o que de fato ele fez. Nessa visita tudo foi muito bom e divertido, menos seu retorno a BH e o pior é que depois de haver retornado, ele então ficou confuso com a ideia de um relacionamento mais sério. Engraçado que era tudo o que eu não queria. Mas enfim, a gente não manda nos sentimentos. Passei por um terrível momento de paixão, daquelas sem cura e que deixa o mais racional dos mortais completamente débil. Acredito que só quem já amou de verdade saberia do que estou falando. Mas essa paixão passou e tem dado lugar a um sentimento bom e bem mais racional. O sentimentalismo, a paixão desvairada faz mal e nos faz sofrer. Agora vejo nosso relacionamento amadurecendo normalmente. Já não me dói no peito não falar com ele todos os dias...e isso é tão bom que se por um motivoou por outro o relacionamento não fluir, a dor da perda, que é inevitável não machucará tanto.
Em meio a tudo isso sigo estudando e trabalhando, como também mais acostumando com essa terra que chove demais (que isso!!!) é chuva.... é frio... meu Deus!
Outra coisa que também fiz foi pedir transferência de faculdade, quero voltar pra Minas, lá sim que é meu lugar... estou aguardando o deferimento de meu pedido. Então a curto prazo – fim de ano – quero voltar pra BH, de preferência ou mesmo pra Uberlandia.
Bom amigos acho que por enquanto vai ficar nisso. Prometo escrever um conto, relatando as aventuras de Arthur e Guilherme, aguardem!
Bju a todos e excelente fim de semana. Obrigado a todos pelo carinho e presença aqui no blog, estarei sempre passando nos blogs de todos devolvendo suas visitas.

Arthur Alter.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Eu e Você...

Foi você quem falou como as coisas aconteceriam, menos pra mim. Você não me disse que na tua ausência, eu sentiria como que se uma parte de mim tivesse sido roubada. Você me disse que as coisas aconteceriam naturalmente. Oh, as coisas vão acontecer naturalmente. E seguindo seu conselho, estou olhando pelo lado bom... quando você voltar a saudade nos aproximará de forma mais intensa. Mas muitas vezes aquelas palavras que trocamos se perderam nas linhas do tempo e as luzes tão claras se transformarão em noite até o amanhecer que o trará de volta pra mim. E num momento mágico nossa canção há de tocar e nos lembraremos de nosso amor. Porque você e eu, nós dois, nos amamos. O que você e eu falamos, os outros apenas lêem, os outros apenas lêem sobre o amor que eu amo. Veja, eu estou acima de tudo o que disserem acima de números, acima de incontáveis e enumeráveis palavras. E você está acima de centenas de páginas, e acima de todas as palavras que eu jamais ouvi e eu me sinto tão vivo perto de você e você e eu, somos pequenos, pequenos diante de nosso próprio amor. Você e eu, não mais você apenas, nem apenas eu, nós dóis. E na tua ausência com esse silêncio, vem a moral da história: Que o mais importante é o amadurecimento, é a glória de um garoto, porque eu e você amamos. O que você e eu falamos, os outros apenas lerão e se você pudesse me ver agora... bem, então... eu estou quase... quase perdido em nosso amor. Mas finalmente eu estou bem. Apenas perdido de saudade contando os dias e as horas até seu retorno, eu sei que o amor te trará de volta, porque foram com estas palavras que você se foi: "o amor me trará até você, me espere." Mas por favor lembre-se do telefone ele trabalha para os dois lados, eu ligo e você me liga e ainda que eu nunca o escute tocar nada mais me fará pensar que os toques finalmente te encontraram pensando em mim, tudo estará bem porque eu vou lembrar de tudo o que você falou até que eu possa te ver chegando novamente...
Arthur Alter

sábado, 1 de maio de 2010

Direções que se encontram...


Alguém te ouve?
Você está correndo a 100 milhas por hora na direção errada.
Você está tentando fugir, mas o Cânion está sempre aumentando.
E na profundeza de seu coração frio você apenas procura outra aventura.
Você está dois anos mais velho e há alguns passos atrasado.
Alguém te ouve? Alguém consegue ver-te?
Ou alguém pelo menos sabe que você está caindo?
Você está sozinho hoje sob as sombras de nossa torre.
E como todas as pessoas perdidas e solitárias, procurando pela esperança que foi arrancada de você.
E você ouve alguém? Vôcê consegue ver alguém?
Você está ansioso e procura por proteção e afeição.
E eu estou aqui te oferencendo mais que isso...
Sei que você procura por um herói para caminhar em sua direção e salvar o seu dia.
E ele sabe exatamente o que dizer e fazer, mesmo que ele tenha um lapso momentâneo de razão e de memória.
Sim, sou eu, estou aqui!
Você pode fugir pra todas as direções que você quiser mas em todas elas eu estarei presente, pois você deixou-me entrar em seu coração e como você não vai arrancar seu coração do peito onde quer que você vá eu estarei com você.
Foram essas minhas palavras pra ele ontem a noite!
E hoje de manhã essas foram as dele:
___ Encontrei a direção e logo dissipei o medo. Despi-me da insegurança. E já caminho na direção certa. Não quero fugir mais e se eu fugir por favor venha em busca de mim.
Teu é meu coração e ele é morada nossa.
Me espere, estou chegando, correndo a 100 milhas por hora na direção certa.

Arthur Alter

domingo, 25 de abril de 2010

O Medo de você não amar...



Cavando um buraco pra me proteger, talvez de você.
Mas as paredes estão desabando encima de mim.
O ar está acabando, mas estou tentando, estou respirando...
Venha me encontrar.
Não havia sido assim antes de você entrar em minha vida, minha casa não parecia um lar e você o tornou um lar para nós.
E eu sei que é fácil falar, mas é difícil sentir-se assim.
Sinto mais sua falta do que deveria, mais do que achava que poderia.
Não consigo parar de pensar em você.
Sei que você teme que eu logo deixe de amar você, mas o amor, o amor é eterno, mesmo que seja apenas enquanto dure, mas é eterno, na sua efemeridade.
Ter medo faz parte. Parte da beleza de me apaixonar por você e o medo de que você não faça o mesmo me assusta.
E nunca havia sido assim antes, não pra mim.
Eu nunca havia sentido esse medo, você mudou meu coração e fragilizou meu corpo e mente.
Agora não consigo parar de pensar em você.
E eu odeio o telefone, mas queria que você ligasse.
Achei que estar sozinho era melhor, que era melhor que me apaixonar de novo, mas me enganei, eu me rendo.
E eu sei que é fácil falar, mas é difícil sentir-se assim, mas estou assim, todo bobo.
Sinto mais sua falta do que deveria, mais do que achava que poderia.
E só você pode preencher o espaço que você mesmo criou, só você pode dar o significado de lar à minha casa, só você pode dar o significado de amor ao meu coração.
E se você não ligar eu ligo, se você não vier a mim eu vou até você.
Se você não correr ao meu encontro eu corro ao seu.
Se você não se mudar por mim, eu mudo por você.
Se você não me disser NÃO, eu digo SIM. Se você não me disser PARE eu continuo amando VOCÊ.
Se amar é o limite que você determinou para nós, estou no meu LIMITE.
Amar é ...
Arthur Alter in love again :D!