Eu sou um cara humano por natureza, filósofo por graduação e paixão. Educador por opção. Dedicado à arte de ler e reler a vida tentando se humanizar todo dia um pouquinho. Vivemos em tempos de barbárie em pleno século XXI, eu penso assim. Matamos por pouca coisa. Nos corrompemos por banalidades e futilidades. Não, na verdade não somos todos assim. Eu acredito naqueles que nadam contra a correnteza porque acreditam no valor da vida. São raros, mas existem.

Em outras palavras sou...
um cara simples, inteligente é verdade. Um cara que sabe ser quem é, sem chamar a atenção. Não faço propaganda daquilo que sei ou sou. Se me perguntar eu respondo, do contrário fico calado. Não sou invasivo e não gosto que invadam minha privacidade. Sou apaixonado pela vida. Gosto de música, romântica de preferência e pop internacional. Mas sei escutar outras músicas também. Gosto de ler. Gosto ir ao cinema mas vou pouco por falta de companhia. Gosto de viajar e isso faço sempre que posso. Sou sincero, amigo e carinhoso, sou atencioso e cuidadoso com aqueles que me cativam. Não insisto pra conquistar a pessoa que me chama atenção, principalmente se a pessoa me disser que não tá afim.
Sou bem meticuloso. Gosto de tudo a seu tempo e hora. Tenho minhas defesas e manias, não me revelo fácil. Minhas verdades, não são absolutas, minhas crenças não são definitivas. Não estou pronto, sou um sendo, pra quê ser definitivo sobre aquilo que está incompleto?
Sou solidário, gosto de ajudar os que precisam. Tenho um senso de humor aguçado, acho graça de coisas simples. Não me irrito facilmente, se irritar não vale a pena. Acredito nas pessoas com facilidade, sei que isso não é bom, é péssimo. Mas até que eu não veja com meus próprios olhos que não vale a pena, eu prefiro acreditar.
Amo minha família. Tenho poucos amigos, e isso me faz mal. As vezes me sinto só, sem ninguém para partilhar minhas alegrias, angustias ou medos.
Passo a maior do tempo em casa, (quando não estou trabalhando). Adoro meu quarto, é meu cantinho de segurança.
Sou ingênuo a minha maneira. Mas não me ponha à prova, você pode não gostar de minha astúcia.
No campo afetivo-emocional por exemplo, não consigo perceber quando alguém está afim de mim. Talvez seja por isso que fico sempre sozinho. Olhares são sempre traiçoeiros e o coração engana.
O melhor que dou de mim para as pessoas é minha autenticidade e sinceridade. Percebo logo quando alguém é desprovido dessas qualidades e logo me distâncio.
Embora eu seja amoroso, romântico crônico, não abro mão da razão, é ela que não me deixa sofrer mais do que posso e devo. É minha defesa contra mim mesmo.
Não julgo ninguém pela aparência. Isso é feio. Não discrimino ninguém, não falo mal de ninguém e não curto a companhia de quem faz isso ou de quem se acha superior. Sou um cara que tem sonhos e metas. Por isso acho díficil me relacionar com pessoas que não têm sonhos e nem perspectivas, esse tipo de pessoa vive ao sabor do vento, e viver assim, só é bom em duas fases da vida. Ou na adolescência ou na maturidade. Como fui assim na adolescência, hoje adulto, estou esperando a maturidade pra voltar a fazer tudo que for possível, sem tempo e regras. Hoje sou prisioneiro dos dois (tempo e regras). Meus hábitos são simples, gosto da simplicidade das coisas. Não prometo o impossível e me esquivo de prometer até o que é possível. Não sou santo, nem pecador. Sou humano, homem. Essas duas essências, pureza e impureza me tornam completo. Não gosto da perfeição, mas gosto do que beira a essa possibilidade. Não sei voar, não gosto de correr, mas sei andar. Contemplo o sol no nascente ou no poente e depois disso consigo falar mais de mim. Quando contemplo a lua imagino que alguém especial poderia fazer parte de minha vida. Mas ainda caminho sozinho. Acredito que eu possa ser mais, mas ainda não chegou a hora e sei que vou morrer incompleto e isso não me assusta nem um pouquinho. Quer saber o que mais? Nem eu sei agora. Ainda estou aprendendo. Depois te falo.
Sobre o amanhã? Não sei... que venha o que vier... Tô aqui pra aprender e há muitas páginas em branco no livro de minha vida a serem escritas e eu já aprendi a escrever. Aguarde!
um cara simples, inteligente é verdade. Um cara que sabe ser quem é, sem chamar a atenção. Não faço propaganda daquilo que sei ou sou. Se me perguntar eu respondo, do contrário fico calado. Não sou invasivo e não gosto que invadam minha privacidade. Sou apaixonado pela vida. Gosto de música, romântica de preferência e pop internacional. Mas sei escutar outras músicas também. Gosto de ler. Gosto ir ao cinema mas vou pouco por falta de companhia. Gosto de viajar e isso faço sempre que posso. Sou sincero, amigo e carinhoso, sou atencioso e cuidadoso com aqueles que me cativam. Não insisto pra conquistar a pessoa que me chama atenção, principalmente se a pessoa me disser que não tá afim.
Sou bem meticuloso. Gosto de tudo a seu tempo e hora. Tenho minhas defesas e manias, não me revelo fácil. Minhas verdades, não são absolutas, minhas crenças não são definitivas. Não estou pronto, sou um sendo, pra quê ser definitivo sobre aquilo que está incompleto?
Sou solidário, gosto de ajudar os que precisam. Tenho um senso de humor aguçado, acho graça de coisas simples. Não me irrito facilmente, se irritar não vale a pena. Acredito nas pessoas com facilidade, sei que isso não é bom, é péssimo. Mas até que eu não veja com meus próprios olhos que não vale a pena, eu prefiro acreditar.
Amo minha família. Tenho poucos amigos, e isso me faz mal. As vezes me sinto só, sem ninguém para partilhar minhas alegrias, angustias ou medos.
Passo a maior do tempo em casa, (quando não estou trabalhando). Adoro meu quarto, é meu cantinho de segurança.
Sou ingênuo a minha maneira. Mas não me ponha à prova, você pode não gostar de minha astúcia.
No campo afetivo-emocional por exemplo, não consigo perceber quando alguém está afim de mim. Talvez seja por isso que fico sempre sozinho. Olhares são sempre traiçoeiros e o coração engana.
O melhor que dou de mim para as pessoas é minha autenticidade e sinceridade. Percebo logo quando alguém é desprovido dessas qualidades e logo me distâncio.
Embora eu seja amoroso, romântico crônico, não abro mão da razão, é ela que não me deixa sofrer mais do que posso e devo. É minha defesa contra mim mesmo.
Não julgo ninguém pela aparência. Isso é feio. Não discrimino ninguém, não falo mal de ninguém e não curto a companhia de quem faz isso ou de quem se acha superior. Sou um cara que tem sonhos e metas. Por isso acho díficil me relacionar com pessoas que não têm sonhos e nem perspectivas, esse tipo de pessoa vive ao sabor do vento, e viver assim, só é bom em duas fases da vida. Ou na adolescência ou na maturidade. Como fui assim na adolescência, hoje adulto, estou esperando a maturidade pra voltar a fazer tudo que for possível, sem tempo e regras. Hoje sou prisioneiro dos dois (tempo e regras). Meus hábitos são simples, gosto da simplicidade das coisas. Não prometo o impossível e me esquivo de prometer até o que é possível. Não sou santo, nem pecador. Sou humano, homem. Essas duas essências, pureza e impureza me tornam completo. Não gosto da perfeição, mas gosto do que beira a essa possibilidade. Não sei voar, não gosto de correr, mas sei andar. Contemplo o sol no nascente ou no poente e depois disso consigo falar mais de mim. Quando contemplo a lua imagino que alguém especial poderia fazer parte de minha vida. Mas ainda caminho sozinho. Acredito que eu possa ser mais, mas ainda não chegou a hora e sei que vou morrer incompleto e isso não me assusta nem um pouquinho. Quer saber o que mais? Nem eu sei agora. Ainda estou aprendendo. Depois te falo.
Sobre o amanhã? Não sei... que venha o que vier... Tô aqui pra aprender e há muitas páginas em branco no livro de minha vida a serem escritas e eu já aprendi a escrever. Aguarde!
É isso por hoje.
Arthur Alter